26/12/2007
22/12/2007
15/12/2007

Apenas Serva da amiga Agláe,
Olhos de Fadas da amiga Sária,
Floresta Encantada da amiga Ju,
Minha Sombra da amiga Sandy,
Padilha Terra da amiga Joice,
Fairy in Love da amiga Naninha,
Lua em Poemas da amiga Nancy,
Meu Mundo Mágico da amiga Fire,
Fairy Dreams da amiga Gui
Pena que só possa eleger dez, senão minha lista seria interminavél.... De qualquer das maneiras, tive uma outra surpresa, desta vez do meu querido amigo Paulo do Segredos da Alma , que me presenteou com um MEME, uma declaração de amizade!
Pois é meu amigo, pena que não te posso nomear, mas prezo muito tua amizade tá?
Life by Patty Paranhos da Patty
Meu Mundo Mágico da FireGoblindancer
Fairy Dreams da Gui
Floresta Encantada da Ju
Memories da Jocasta
Apenas Serva da Agláe
Minha Sombra da Sandy
Padilha Terra da Joice
Fairy in Love da Naninha
Lua em poemas da Nancy
12/12/2007

Beijos para todos e muita Luz!
03/12/2007
Estrelas em mim...

22/11/2007

Desejo a todos um bom fim de semana, que se aproxima e depois espero já ter tudo aqui preparado para festejar o Natal convosco! Vai ser o primeiro Natal do Roda de Prata! Por isso vou ter de me esmerar. Mas como estou com muito trabalho, vou aguardar pelas folgas. Muitos beijinhos para todos e muita Luz no vosso caminho...
17/11/2007
Top 8 - Momentos mágicos II
12/11/2007
3.000 Visitas!

Beijos para todos e uma semana mágica!
11/11/2007

E também por ser destaque no The Secret Garden, da fadinha Vanessa!Obrigada querida por teu carinho!
Um beijinho especial para a minha amiga Gui, meu coração e minhas orações estão contigo amiga! E beijos para todos e um bom início de semana!
06/11/2007
O Unicórnio



29/10/2007
Samhain!
!
Esta é uma data muito importante no seio pagão. A sua origem data dos antigos povos celtas que habitaram as ilhas britânicas cinco séculos antes de Cristo e marca a entrada do Inverno e o Ano Novo no calendário pagão.
O Samhain é um festival de fogo e representa a entrada para a parte sombria e fria da Roda do Ano. As fogueiras devem ser acesas. O frio cresce e a morte passeia pela Terra; o Sol enfraquece cada vez mais à medida que a sombra cresce e as folhas das árvores caem: o Inverno prepara-se.
Metaforicamente, o Velho Deus morre e a Deusa Anciã lamenta a sua ausência nos próximos tempos (o Sol está no seu ponto mais baixo, razão pela qual os celtas escolheram este sabbat como representante do Ano Novo). Ele morre mas a sua alma vive na criança não nascida, a centelha de vida no ventre da Deusa. O Rei transforma-se no Senhor da Morte e das Sombras.
Segundo as tradições pagãs, na noite de 31 de Outubro os véus que separam o mundo material do mundo espiritual encontram-se mais ténues, facilitando o contacto com os espíritos daqueles que já partiram para o País do Verão. A noite de Samhain é o momento ideal para fazer contato e receber mensagens do mundo dos espíritos. Os antepassados são relembrados e honrados numa ceia silenciosa. Nessa noite, os mortos podem visitar os seus ente queridos e caminhar entre eles. Por esse mesmo motivo era costume deixar bolos e leite nas ombreiras das portas e janelas para apaziguar os espíritos. Eram acesas, ao pôr-do-sol, grandes fogueiras no cume dos montes em honra dos antigos deuses e deusas, e para guiar as almas dos mortos aos seus parentes.
22/10/2007
Thomas, o poeta
Olá a todos! Esta noite vou contar-vos uma história, repleta de magia! Uma história sobre o fascínio que elfos e fadas exercem sobre os humanos. E que por vezes, tal fascínio pode exercer uma inflência tão grande, que os humanos podem ficar perdidos nas brumas do tempo, para sempre enfeitiçados. Uma história de há muito, muito tempo, que com o passar dos séculos, virou lenda! Esta é a história de Thomas! O poeta inglês que viveu no reinado de Alexandre III, da Escócia, e que viveu durante sete anos no país das Fadas, e que quando voltou ao mundo dos homens, não conseguiu voltar à banalidade da sua vida terrestre. Chamava-se Thomas de Erceldoune, mas toda a gente o chamava de Thomas, o poeta, pois ele era o autor de uma obra poética consagrada aos amores de Tristão e Isolda, considerada hoje em dia, o espécime de poesia inglesa mais antigo do mundo. Um dia, quando ele repousava na colina de Huntly, na periferia dos montes Eildons, que se erguem por detrás do mosteiro de Melrose, Thomas viu uma linda mulher a caminhar na sua direcção. Ela parecia uma amazona! Uma deusa dos bosques! Montada num cavalo branco cuja crina estava ornada com trinta e nove campainhas de prata, que tilintavam ao vento. A sela era feita de marfim incrustado de imensas jóias. Como Diana ou Artémis, trazia na mão um arco e na outra, três galgos pela trela. Deslumbrado com tanta beleza, o poeta tentou agradar-lhe de todas as formas. E ela, aborrecida pelas suas investidas metamorfoseou-se numa horrivel feiticeira, feia e velha, de pele enrugada, lábios defeituosos e um olho fora da órbita. Mas Thomas, que tinha sido vítima do mais forte encantamento, renovou os seus pensamentos e aceitou tornar-se escravo da feiticeira. Ela conduziu-o três dias e três noites por uma caverna subterrânea, onde não havia uma pequena réstia de luz. Seguindo a sua guia terrível, Thomas avançava no escuro. Por vezes ouvia o oceano, por outras atravessava rios de sangue. No terceiro dia, voltaram à superficie, onde os esperava um belíssimo pomar cheio de macieiras. Thomas, esfomeado, queria trincar um daqueles belos frutos, mas a feiticeira proíbiu-o, lembrando-lhe que foi com um gesto desses que o primeiro homem e a primeira mulher foram expulsos do paraíso terrestre. Thomas reparou que aquela que lhe falava era novamente a mulher deslumbrante que ele conhecera na colina de Huntly. Olhando à sua volta pensou que tinha atravessado o inferno e que agora estava no Jardim do Éden. A mulher sentou-se na relva e pediu-lhe gentilmente que ele se deitasse ao seu lado, para que lhe pudesse conceder os favores a que ele aspirava e que tinha merecido com a sua obidência. Depois dos momentos de doçura partilhados, Thomas pousou a cabeça no colo da sua amada, que enquanto lhe acariciava os cabelos, lhe explicava a natureza real do local onde se encontravam. “ Esse caminho à direita conduz os bem aventurados ao paraíso. Aquele que desce pela ravina conduz os pecadores para o castigo eterno, o terceiro caminho tenebroso, conduz a um local de penas mais doces, de onde oraçõe e missas podem tirar os mortais. Mas vês aquele intricado caminho, serpenteando através da planicie até àquele castelo? É o país dos Elfos, para onde vamos agora. O senhor do castelo é o Rei do País e eu sou a Rainha. Mas Thomas, ninguém ali pode saber do que aconteceu entre nós. Razão pela qual, quando ali entrares deverás manter-te em silêncio e não respondas a nada do que te perguntarem. E eu explicarei o teu mutismo, dizendo que te cortei a língua quando te retirei da terra.” Thomas e a Rainha entraram na castelo e dirigiram-se à sala real onde o Rei os recebeu sem suspeitar de nada. O castelo estava em festa. Damas e cavaleiros dançavam a três uma dança escocesa. Thomas, esquecendo-se da fadiga da viagem, juntou-se-lhes na dança, rindo de puro prazer. Ao fim de certo tempo, que lhe pareceu apenas alguns minutos, a Rainha quis falar-lhe em particular. Ela perguntou-lhe se ele sabia à quanto tempo eles estavam ali, ao que ele respondeu que tinham acabado de chegar. - Enganas-te! – disse a Rainha – Estás neste castelo à sete anos terrestres e já é tempo de partires! Thomas, o demónio do inferno chega amanhã para reclamar o seu tributo, e um homem bom como tu é capaz de lhe chamar a atenção, e eu não quero que nada de mal te aconteça! Por isso vamos embora! Quase imediatamente, Thomas e a Rainha foram transportados até à colina de Huntly, onde o seu idílio tinha começado. Antes de se despedir do seu amado, a Rainha presenteou-o com “ a língua que nunca mente “. Thomas objectou em vão dizendo que no seu mundo aquilo podia trazer incovenientes para ele. Que dizer nada mais que a verdade na corte, ou até na alcova de uma dama seria impróprio. Mas ela ignorou-o sorrindo e a partir daquele momento, Thomas, o poeta, nunca mais falou senão a verdade. Desde que uma conversa falasse no futuro, adquiriu a reputação de profeta, pois quisesse ou não, ele só dizia coisas que acabariam sempre por se concretizar. Thomas de Erceldoune, viveu ainda alguns anos entre os homens que o homenegearam pela qualidade das suas previsões. Até que num dia de Verão, pela manhã, surgiram uma corça e um cervo, brancos, saídos da floresta. Atravessaram a aldeia e foram até à porta da casa do poeta. Apesar da sua aparência, ele reconheceu o Rei e a Rainha dos Elfos. Deixando para sempre a sociedade dos homens, Thomas, o poeta, seguiu os animais até às profundezas da floresta para nunca mais voltar. E, se não morreu, ainda aí vive!
20/10/2007
Boas Novas!

E também recebi um convite da Mary e da Ju, para fazer parte do Palácio Real, fiquei deslumbrada com o convite delas e faço questão que todos vão lá espreitar, é simplesmente divinal, de uma beleza indescritivél.

17/10/2007
16/10/2007
A Lenda de Son ap Shenkin
14/10/2007
Outra Conquista!
08/10/2007
“Eis um ramo da macieira de Emain*que te trago, semelhante aos outros.
Ele tem ramos menores de prata branca
E sobrancelhas de cristal com flores.
Ela vem duma ilha longinqua
ao redor da qual brilham os cavalos marinhos
viajando na espuma das ondas.
Quatro colunas suportam esta ilha
São quatro colunas de bronze
Que brilham ao longo dos séculos no mundo,
Num lugar onde brotam numerosas flores.
É uma terra de bondade e de beleza
Onde abundam os cristais e as pedras preciosas.
O mar arremessa a vaga contra a terra
e nela deposita os cabelos de cristal da sua crina.
Aqui não se conhece a dor nem a perfídia:
Nem mágoa, nem desgosto, nem morte,
Nem doença, nem fraqueza, pois vive-se sob o signo de Emain.
Beleza de uma terra maravilhosa
Onde tudo é maravilhoso
E onde a bruma não tem igual...”
*Emain, ou seja, ilha das macieiras, trata-se de um dos nomes gaélicos da Terra das Fadas, que corresponde à ilha de Avalon das lendas Arturianas. Fonte: Os conquistadores da Ilha Verde de Jean Markale
Entretanto, a minha Amiga Joice doPadilha Terra nomeou-me para uma corrente de 5 amizades blogueiras. Foi uma honra ela me ter nomeado, pois eu admiro muito o seu trabalho! E agora eu também tenho de nomear 5 blogs que eu própria admiro. Por isso, aqui vai:
A minha Jocasta, do blog Memories
A minha amiga Agláe, do blog Apenas Serva
A amiga fadinha Sária, do blog Olhos de Fadas
A minha amiga Gui, do blog Fairy Dreams
E minha amiga Nancy, do blog Lua em Poemas
É sempre dificil escolher só cinco mundos, porque todos os que visito diáriamente são maravilhosos. Pronto, espero que gostem de os visitar tanto como eu!
07/10/2007
Mais uma conquista!

03/10/2007
Obrigada Amiga Gui!!!

02/10/2007
29/09/2007
Mais uma conquista!

27/09/2007
Top 5 !!!
Ao final da tarde de hoje fui espreitar os concursos e fiquei extasiada!!!
Nunca por nunca, alguma vez, eu achei que chegaria a ser top5 de algum contest?!
Obrigada querida Vanessa, pelo carinho!!! Fiquei muito feliz!
Obrigado a toda a gente que passa aqui no Roda de Prata, minhas amigas de coração!!!
24/09/2007
Brownies
Esta é a história de um casal que muda de casa e que fica a saber pelos ex-proprietários que existem brownies a viver nos fundos do jardim, que lhes costumavam fazer pequenas tarefas. Eles, claro, nem quiseram acreditar! Mas depressa descobriram por eles próprios que aquela surpreendente afirmação era verdadeira: " A loiça era lavada quando estavam a trabalhar, a máquina de lavar roupa era posta a trabalhar. No início, Jenny Bolton estava convencida que executava todas estas tarefas e depois esquecia-se, o que a fez ir ao médico. O médico receitou-lhe uns tranquilizantes fracos. No entanto, os estranhos acontecimentos continuaram e começavam agora a envolver Peter Bolton. Encontrava a barraca do jardim arrumada, as suas roupas lavadas ou penduradas no armário."Porém, houve uma súbita alteração de atitude por parte do brownie depois de Jenny ter perdido o controlo com o seu ajudante invisivel. A partir dessa altura o caos começou a reinar. "Detergente em pó era polvilhado em cima dos vegetais, as torneiras eram abertas, os móveis eram derrubados, e o doce era barrado no tapete persa." As coisas ficaram tão más, que o casal teve de mudar de casa para sempre.
21/09/2007
Mabon ...
Um pacífico Mabon para todos ...
e muita Luz!
Fonte: Mistérios Antigos
19/09/2007
Top 8
17/09/2007
Para quem ainda não acredita em fadas...
Este post é escrito especialmente para todos que, como eu, acreditam em fadas, mas também para os que não acreditam, ou ainda os que não têem a certeza se devem ou não acreditar na Gente Pequena!!!
Este "sapato de fada" foi encontrado na península de Beara no sudoeste da Irlanda em 1835 por um operário que seguia um caminho em corta-mato de regresso a casa depois de um dia de trabalho, quando viu o minúsculo sapato. Sapato este, que tinha cerca de sete centímetros de comprimento e apenas dois centímetros de largura, e era o género que se usava na altura, correspondia ao de um cavalheiro do século XVIII. O salto do sapato estava muito gasto. O operário ficou com medo de o guardar (naquela altura as pessoas do campo eram muito supersticiosos e temiam o povo das fadas) e passou-o a outros. Quando foi finalmente examinado ao microscópio na Universidade de Harvard nos Estados Unidos, descobriu-se que fora feito com pele de rato e tinha pequeníssimos pontos e ilhós feitos à mão.
E então? ... O que é que me dizem agora?
Boa semana para todos!15/09/2007
Humm... mais um presente!
10/09/2007

Oi Pessoal!!!
Vim actualizar aqui para expressar o meu contentamento. Em primeiro porque passei ao TOP10, do Magic and Dreams, da Vanessa!!! Em segundo porque me inscrevi noutro concurso, Mistic Way Contest da Marcia e da Brigith, e ganhei uma plaquinha Mágica da minha categoria. Passem lá e se inscrevam também!!! E em terceiro porque sou destaque do mês no Nana´s place!!!
Que lindas as plaquinhas, muito obrigada a todas!!!
Beijos para todos e uma boa semana cheia de Luz...!07/09/2007
Olá a todos!!! Meu coração está muito feliz hoje.
Parece que foi ontem que resolvi criar este cantinho meu e já tenho duas mil visitas! Pfff... nunca pensei que fosse possivel. Também não sabia que era possível conhecer pessoas tão interessantes e desenvolver amizades.
Obrigada a todos voçês que tornaram isso possivel.
Aqui está um selinho que fiz com todo carinho para quem quiser.
Agora quero aquecer os vossos corações com uma história linda que eu li num livro de Juliet Marillier, apesar de estar um pouco modificada de modo a que todos percebam.
Fala de amor e de liberdade, afinal uma coisa completa a outra.
Espero que gostem, aqui vai:
Há muito , muito tempo atrás, na costa da velha Bretanha, quando todas as pessoas viviam do mar e as crianças desde cedo aprendiam a lançar a rede e apanharem peixe mesmo antes de aprenderem a andar, havia um rapaz que não queria seguir esse caminho. Tudo o que fazia dia após dia era sentar-se nas rochas de frente para o mar, tocando no seu assobio melodias estranhas, vindas da sua imaginação.O pai chateava-se com ele e a mãe chamava-lhe sempre a atenção para ele ir para os barcos pescar. Mas Toby continuava a assobiar as suas estranhas melodias todo o dia, sempre olhando para o mar. As pessoas começavam a temer aquela musica que lhes falava de tristes sentimentos e desejos que lhes tocavam o coração.
Com os anos o rapaz transformou-se num homem. Por vezes pediam-lhe que ele tocasse num casamento ao que ele aceitava com relutãncia e saía assim que podia.
Numa dessas noites, um homem que remendava umas redes à beira da praia viu Toby sozinho nas rochas escuras assobiando a sua melodia. E de súbito, ao seu lado estava uma bela jovem, de pele pálida como o luar e olhos escuros e líquidos como o próprio oceano.E por uns segundos o homem vislumbrou o que jurou ser mais tarde uma cauda prateada.
As pessoas não acreditaram nele, mas o que é certo é que dois dias mais tarde, numa noite quente de Verão, Toby apareceu em casa com a bela jovem. A mãe franzindo as sobrancelhas perante a nudez da rapariga apressou-se a arranjar-lhe um vestido. O pai dividido entre o espanto e o receio, nada disse. Mas a avó disse-lhe “ Não podes ficar muito tempo com ela. Manda-a embora. Por muito que a ames ela pertence ao povo do mar, bastar-lhe-á ouvir um chamamento das ondas e ela voltará deixando-te partido o coração.”
Mas Toby não quis ouvir.
No dia seguinte, logo pela manhã, Toby e a sereia mudaram-se para longe do mar. Para uma aldeia no interior, onde Toby ganhava o seu sustento tocando em festas e casamentos. A sereia mantinha a casa limpa, amava-o muito e com o tempo deu-lhe duas filhas de lindos cabelos escuros e olhos tão profundos como o mar.
As pessoas evitavam passar pela sua casa ao anoitecer, porque ouviam um triste assobio ou então a voz da sereia num lamento tal, que os corações de quem ouvia se apertavam, de tão triste que era aquele lamento.
Passaram-se anos, e as coisas já não iam tão bem entre eles. Já não se ouvia o suave assobio. Porque entretanto a esposa de Toby adoeceu. Pálida e muito magra, o seu cabelo outrora negro e lustroso estava agora seco e quebradiço. Os olhos que tinham sido liquidos e escuros como o vasto oceano estavam agora baços. As pessoas diziam que a sereia estava às portas da morte, e Toby já não era o mesmo, porque ela era a mulher da vida dele e ele não imaginava a sua vida sem ela.
Então, numa manhã bem cedo saíram da aldeia tão silenciosamente como haviam chegado. Toby, a sua pálida mulher enrolada num xaile e as duas filhas sentadas ao seu lado numa carroça puxada por dois burros.
Viajaram até á costa, e a cada passo que os burros davam em direcção do mar mais os olhos da sereia brilhavam enquanto os de Toby se empalideciam e lamentavam.
Quando chegaram à praia as filhas pequeninas começaram a brincar nas poças de àgua indiferentes ao frio.
Ninguém sabe o que Toby disse à esposa, nem ela a ele, mas conta-se que ficaram ambos de mãos dadas até o último raio de sol brilhar. Então Toby tirou o assobio do bolso e começou a tocar uma melodia misteriosa. E quando essa melodia terminou, a sereia tinha desaparecido abraçada pelas ondas. E na água escura moveram-se caudas prateadas e ouviram-se estranhas vozes entoando uma canção de despedida.
Quanto a Toby, voltou para a aldeia com as suas filhas, que mais tarde se casaram, mas ele permaneceu só, apenas com as recordações da sua amada até ao fim dos seus dias.
06/09/2007

31/08/2007
29/08/2007
Fairy Awards
Humm... humm...
27/08/2007
O Mito de Melusine
O rei Elinas de Albânia havia perdido há pouco tempo a sua esposa e para distrair-se dedicava grande parte de seu tempo à caça. Um dia foi matar a sua sede numa fonte e ouviu uma linda voz que cantava uma doce canção. Sentada junto à fonte e dona da bela voz, encontrou a fada Presina, que lhe ofereceu a água da prodigiosa fonte.O rei apaixonou-se por ela e pediu-a em casamento. Presina aceitou o pedido, mas impôs a condição de que nunca deveria vê-la quando estivesse para dar à luz , ou banhando as suas crianças.
Elinas e Presina tiveram três filhas: Melusina, Melior e Palestina. Matacás, o filho do primeiro casamento do rei, correu para dar a boa notícia ao pai e este, cheio de alegria, apressou-se para visitar a rainha nos seus aposentos, quebrando a sua promessa. Encontrou a mãe dando banho nos bebés. Presina, lembrou-lhe de que ele não tinha cumprido a promessa e, agarrando nas filhas, desapareceu. Refugiou-se na Ilha Escondida de Cefalonia (lugar mítico mencionado na história de Huon de Bordeaux. Era como a ilha situada na frente da costa de Gales, que só podia ser encontrada casualmente).No cimo da ilha, podia-se ver a Albânia e todos os dias, Presina mostrava-a às suas filhas, dizendo-lhes que se não fosse a perfídia do pai, todos estariam vivendo ali muito felizes.Logicamente, as filhas de Elinas, cresceram odiando o pai e decidiram vingar-se dele. Melusina e suas irmãs, valendo-se de suas artes mágicas, acabaram por aprisionar o pai e todas as suas riquezas no Monte Brandelois.
Quando retornaram triunfantes para junto da mãe, esta estava enfurecida e castigou as três filhas. Melior deveria guardar até o fim dos tempos um gavião prodigioso em um castelo da Armênia; Palestina deveria ficar prisioneira numa gruta situada no sopé do monte Canigó, no território do antigo condado de Barcelona, separado actualmente pela fronteira francesa, guardando eternamente os fabulosos tesouros das fadas; Melusina ficaria encarregada, como sua mãe, de cuidar a fonte sagrada, chamada "Fonte da Sede" ou "Fonte Enfeitiçada" e deveria converter-se todos os sábados num peixe do umbigo para baixo. Para poder viver e morrer como uma mortal deveria casar-se e seu futuro marido nunca a poderia vêr nesse estado e, se assim não fosse, permaneceria sereia até ao dia do Juízo Final.
Mas a história de amor de Melusina também teve um final trágico. Segundo a lenda, anos mais tarde, passou pela fonte enfeitiçada, Raymond de Poitou, que se tornaria o chefe da família de Lusignan. Ele estava a caçar um grande javali, quando matou acidentalmente o seu tio, conde de Poitou. Desconsolado, deixa –se guiar pelo cavalo, que avança para o interior do bosque de Colombiers, conduzindo-o até à fonte onde é recebido por três damas. Uma delas, Melusina, demonstra ter conhecimento do acontecimento e oferece a sua proteção caso ele a tome como esposa.Raymond, apaixonado, aceita a proposta de Melusina. Entretanto, ela impôs-lhe uma condição, que ele nunca poderia vê-la aos Sábados.Quando ela se transformava em metade mulher, metade peixe. Com as riquezas feéricas de Melusine, foi possível a construção de muitos nobres castelos, sendo o principal conhecido como Castelo de Lusignan, próximo da Fonte das Fadas.
Assim, viveram felizes por longos anos e foram chegando os filhos: Antoine, Renaud, Geofroy, Urian, Guion, Fromonte....
Um sábado, porém, induzido pela maledicência de seu pai e irmãos, Raymond espreitou a sua mulher durante o banho e teve uma inacreditável visão: da cintura para cima Melusina ainda era a bela mulher de sempre, mas da cintura para baixo ela estava transformada com uma cauda de peixe. Mesmo chocado pela visão, Raymond não mencionou nada a respeito. Certo dia, Melusina e Raymond foram informados que dois de seus filhos, Geoffrey e Fromont haviam lutado e que Fromont procurou refúgio num mosteiro próximo. No entanto, Geoffrey, num acesso de raiva, incendiou o mosteiro, matando não só o seu irmão como centenas de monges que lá se encontravam. Raymond, irado pela notícia, culpou Melusina pelo temperamento incontrolável de Geoffrey. Durante a discussão ele demonstrou saber a verdadeira natureza de Melusina, acusando-a de ter contaminado a nobre raça humana. Imediatamente após as palavras de raiva, Raymond implorou por perdão, mas já era tarde demais. Melusina lembrou-lhe que ele tinha quebrado os seus votos. Melusina partiu, transformada, e Raymond nunca mais a viu.
De acordo com as lendas Francesas, Melusina pode ser vista nos arredores de Lusinia e outros castelos onde nobres e reis vivem, chorando e gritando sempre que algo trágico está para acontecer à família. Ela tornara-se um arauto da morte, semelhante à Banshee Celta.
Contos de fadas populares como "Ondina", escrito por Friedrich de la Motte Fouqué, e "A Pequena Sereia", de Hans Christian Andersen, possuem muitas características da lenda de Melusina e podem ser vistas como variações do mito. Com o tempo a literatura começa a usar a Sereia como uma descrição da mulher, ao invés da identificação da criatura em si. A Sereia tornou-se uma metáfora.
Fontes: Professor Marcelo Arco e Flexa.
ROSANE VOLPATTO
26/08/2007
Acredito ...
A partir deste momento passei a sentir uma simpatia muito especial por fadas e elas têem-me acompanhado ao logo da minha vida. Quando alguma coisa corre mal e eu acho que não tenho resposta, basta-me fechar os olhos por momentos... basta sentir-me em sintonia com a outra realidade, imperceptivél ás pessoas menos espirituais.
É algo sem explicação, é como se eu voltasse novamente a ser criança, a correr pelos jardins, levantando todas as pedras, espreitando atrás de cada árvore na esperança de ver ou vislumbrar uma fada.
E tudo isto mudou a minha vida no sentido que, quando me sinto menos bem refugio-me num Mundo Encantado, e quando regresso é como se nada tivesse passado.Os pequenos problemas do dia-a-dia deixam de ter tanta importãncia assim.
Gosto tanto de fadas que me tento rodear por ela e com nunca tive a sorte de encontrar nenhuma, vou comprando estatuetas... juntando imagens, coleccionando livros, enfim!
Espero que cada vez mais pessoas acreditem...
Espero que todos voçês possam sentir a magia...
Beijos e uma Boa Noite!
24/08/2007
Obrigado Gui !!!
19/08/2007
lua ... roda de Prata
A Lua é misteriosa. Ela é conhecida sob muitas designações e venerada em inúmeras culturas de todo o mundo, desde a Antiguidade aos dias de hoje. A grande Mãe Lua suscita a nossa admiração sempre que a observamos em toda a sua plenitude suspensa no céu, irradiando a sua luz de prata sobre as sombras da noite. Tanto os homens como as mulheres encontram-se intimamente ligados a cada uma das suas fases de mutação, quarto crescente, lua cheia, quarto minguante e lua nova, à medida que ela vai progredindo através do seu ciclo lunar. Quando transporta a àgua dos oceanos para cá e para lá, dando origem às marés altas e às marés baixas, a Lua também exerce a sua influencia sobre os fluidos interiores do corpo humano, afectando-nos o humor, os padrões de sono, a saúde e os ciclos "lunares" da mulher. Está perfeitamente comprovado que a lua cheia exerce um poderoso efeito sobre a nossa estabilidade mental e emocional.
A Lua é a personificação do mistério feminino, do conhecimento intuitivo e dos instintos mais profundos. Ela não pode ser submetida a pensamentos racionais; é um espirito livre.
Algumas superstições lunares:
- sendo conhecida como aquela que traz novas oportunidades, a lua nova marca o momento auspicioso em que se pode ganhar dinheiro e, na transição para o quarto crescente, contribui para que as finanças aumentem;
- não deixe a sua roupa estendida durante a noite, se a luz do luar pousar sobre ela, estará a iluminar as vestes para um funeral;
- dá sorte mexer numa moeda de prata enquanto se olha para a lua;
- mude de casa na lua nova;
- diz-se que os casamentos realizados no mês de Maio ou quando a lua se encontra em quarto minguante são infelizes. E os casamentos em Junho e no quarto crescente ou lua cheia são felizes, desde que não se deixe que o luar incida sobre o leito de núpcias porque isso dá azar;
- uma criança nascida na lua cheia será afortunada;
- dá sorte erguer uma criança reçém nascida na direcção da lua nova, ao meso tempo que se dá graças e se reza para que ela tenha uma boa vida.
Fonte:Os mistérios da Lua de Sally Morningstar
18/08/2007
17/08/2007
Olá a todos!
A cada dia que passa a minha alegria cresce um pouquinho mais...
Esta semana o meu cantinho é destaque na Lua em Poemas da Nancy!!!
Pois é! E ainda tive direito a um presente lindo, lindooo!
Obrigada Nancy pelo teu carinho!
Que lindoooo presente!!!
16/08/2007
Olá a Todo o Mundo!
Hoje fiquei super Feliz quando minha amiga Jocasta do
me indicou para o Blog 5 Estrelas!
Hummm... fiquei mesmo contente eh eh eh!
Bem agora tenho que seleccionar 5 blogs, nao é verdade?
Então eu escolho:
Vida de Fada
Fadinhas Encantadas
Paraíso Virtual
Daday Zone
Micas Place
Prontinho!
Agora se quiserem dar uma olhada no regulamento confiram Nada para mim
Beijos ... !!!






